É comum que as mães se perguntem sobre o momento certo de levar os ao e também se é realmente preciso levar os filhos ao , ainda que não estejam doentes ou com outros problemas. A resposta é fácil: sim! Inclusive há uma orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre a frequência de para cada idade, mas vale lembrar que além das indicações estipuladas por idade, é imprescindível levar seu filho sempre que houver necessidade.
As funções do médico
A função do vai muito além do e de doenças, por isso é importante que os pais escolham um profissional com o qual se sintam completamente a vontade.
Faz parte das tarefas deste acompanhar o e da , verificando se ela está crescendo de acordo com sua faixa etária. Outra atividade é ficar atento ao histórico familiar de doenças, afinal, algumas disfunções são herdadas , como crescimento acelerado e hipertensão, então, as consultas preventivas servem para descobri-las precocemente e indicar os melhores tratamentos. O também poderá orientar os pais em caso de dúvidas relacionadas à alimentação, prevenção de acidentes e período de sono dos pequenos.
Frequência de consultas ao
De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, as visitas ao devem começar logo nos primeiros dias de vida.
- Primeiro mês: ao menos três consultas;
- 3 aos 6 meses: visitas mensais;
- 7 meses – 2 anos: consultas bimestrais;
- 2 aos 6 anos: consultas trimestrais;
- 6 aos 7 anos: consultas semestrais;
- A partir dos 7 anos: consultas anuais.
A idade limite para consultar com um varia, mas se situa entre 18 e 21 anos, quando se devem procurar médicos mais especializados para cada caso.
A frequência de visitas pode, a princípio, assustar aos pais, mas é de suma importância conhecer melhor os pequenos e seus históricos, assim é possível prevenir mais do que e , mas também distúrbios de crescimento e outros problemas que surgem ainda na . Por isso, não deixe de levar seu filho ao pediatra e de acompanhar cada pequena conquista de pertinho, tudo conta na hora de ver o desenvolvimento daqueles que mais amamos, não é mesmo?
Fonte: .


