Nódulos, cistos e pólipos; Bem Estar explica o que são e quando retirar ou conviver | Glândulas

Dentro da tem um gene responsável pela divisão celular, mas quando ocorre um erro, as células ficam se dividindo sem parar e aí se formam lesões, chamadas de , ou . Imagina você descobrir, de repente, algo estranho na região do pescoço? Mas quando é o caso de tirar e quando dá para conviver?

O corpo é vivo e por isso as células estão sempre se regenerando. Dentro da célula tem um gene responsável pela , necessário pelo processo de cicatrização. Quando ocorre um erro nesse processo, as células ficam se dividindo sem parar e aí se formam as que podem ser nódulos, cistos ou pólipos. Elas também podem aparecer decorrente de uma infecção, agressão que o organismo sofreu ou por pré-disposição .

Nem sempre o , nódulo ou cisto se tornam , na verdade, na minoria das vezes isso ocorre. Alguns podem desaparecer, mas também é possível conviver com eles.

Chamado popularmente de “caroço”. São lesões arredondadas, sólidas, que devem crescer em uma área delimitada. Quando ultrapassa a delimitação é um fator preocupante para tumor maligno. O pode aparecer em qualquer região do corpo e quando surge em um lugar palpável e provoca protuberância na pele, é chamado de . Há critérios bem definidos para saber se o nódulo deve ou não ser retirado, como a delimitação, o crescimento, o incômodo que causa e se está num local de fácil acesso. A decisão da retirada deve ser analisada criteriosamente e individualmente.

A principal diferença para o é que o cisto é oco, não é maciço como o nódulo. Na parte oca pode conter ar, líquido, sangue, pus ou outros fluidos.

Os podem se formar dentro de qualquer tecido do corpo, dependendo da região terá uma substância diferente dentro. São duas formas: uma básica que não tem células dentro e outra com . Se for o primeiro caso e não estiver causando nenhum desconforto, geralmente, não precisa ser retirado, pode ser esvaziado. Se for o complexo, é melhor retirar porque a chance de se transformar em algo maligno é maior. Não se faz biópsia em cisto porque ele pode se romper e vazar o que tem dentro para o organismo.

O pólipo é característico dos órgãos ocos e aparecem em mucosas: intestino, estômago, bexiga. O pólipo cresce a partir do acúmulo das de revestimento, pode estar colado à parede ou solto, como se fosse um pezinho que balança. Eles podem obstruir o órgão e, via de regra, devem ser retirados e levados para análise. Dependendo do tamanho, podem obstruir a região e causar algumas consequências. Também existem os pólipos inflamatórios, um exemplo é o das vias respiratórias. Nesse caso, ao invés de células de revestimento, são células inflamatórias que foram se acumulando.

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